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quarta-feira, 2 de março de 2011
Desconto na PLR: Sindicato realiza atividade no HSBC em Jundiaí
O mau tempo prejudicou a manifestação prevista pelo Sindicato em frente à Agência do HSBC no centro de Jundiaí. Os diretores do Sindicato Adelmo Sampaio, Elvis Bartholomeu, Antonio Cortezani e Douglas Yamagata, retardaram a abertura da agência e realizaram reunião com os funcionários para esclarecer alguns pontos que foram discutidos na Comissão dos Empregados do HSBC.
A questão principal foi o desconto na PLR dos valores pagos pelo Programa de Participação nos Resultados (PPR). Segundo Adelmo Sampaio, diretor do Sindicato e funcionário do HSBC, o banco não deveria descontar da PLR os resultados internos do banco, uma vez que obteve lucros de mais de R$ 1 bilhão em 2010.
“É uma injustiça que o banco desconte o valor da PPR dos valores da PLR, uma vez que o resultado de 2010 foi superior a R$ 1 bilhão e 60% acima do resultado de 2009. Estamos mobilizando os funcionários e procurando a direção do banco para que mude a sua postura”. – comenta Adelmo.
Os dirigentes recordaram que estes mesmos problemas ocorreram no Santander, cujo desconto dos programas internos na PLR foi extinto, após extensas negociações e mobilizações dos bancários, culminando em um acordo aditivo.
Gastos com combustível – Outro ponto comentado na reunião foi o reembolso de gastos com combustível, onde muitos funcionários estão sendo pressionados pelo banco para realizar visitas e não estão sendo devidamente ressarcidos. Além disso, o valor pago pelo banco por quilômetro rodado é insatisfatório. Enquanto a média de mercado é de R$ 0,75 por quilômetro rodado, o HSBC paga apenas R$ 0,46.
Notas de avaliação – Foi citado na reunião, o sistema de avaliação interna do banco, que sem critérios claros e de forma subjetiva. O critério máximo é um (1) e o mínimo é quatro (4), mas nunca foi encontrado nenhum bancário que tenha recebido o critério máximo.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Resultado da enquete sobre as Metas nos Bancos
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Seis maiores bancos lucram R$ 21,7 bilhões e batem recorde no 1º semestre

O lucro dos seis maiores bancos do Brasil superou os R$ 20 bilhões no primeiro semestre deste ano. Somados, os lucros líquidos do Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander, Caixa Econômica Federal e HSBC alcançaram a impressionante cifra de R$ 21,72 bilhões.
Esse valor supera em 15% o registrado no primeiro semestre de 2008 - antes da crise econômica mundial -, quando os mesmos seus bancos lucraram mais de R$ 18,8 bilhões. O montante deste ano também supera o do primeiro semestre de 2009 - R$ 16,84 bilhões - , período da crise, em 28,75%.
O recorde de lucro deve-se principalmente, como os próprios bancos divulgam, ao aumento do crédito, que é fruto direto do trabalho dos bancários. "A expansão do crédito só pode acontecer a partir do trabalho dos funcionários, que no seu dia-a-dia estão na batalha para vender aos clientes, muitas vezes sob pressão, os produtos do banco", ressalta a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira. Ela lembra ainda que as cifras mostram que os bancos não só devem como podem atender com folga as reivindicações dos bancários na Campanha Nacional Unificada 2010.
Bradesco
O Bradesco divulgou lucro líquido recorrente de R$ 4,5 bilhões nesse primeiro semestre, voltando a bater seu próprio recorde histórico. O resultado supera em 12,13% o do primeiro semestre de 2009, quando o Bradesco lucrou R$ 4,02 bilhões. O patrimônio líquido do banco, em junho, alcançou R$ 44,2 bilhões, um crescimento de 18,9% em relação ao primeiro semestre do ano passado.
Itaú Unibanco
O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, também bateu recorde, com lucro líquido de R$ 6,4 bilhões no primeiro semestre. Foi o maior valor registrado nos seis primeiros meses do ano em toda a história do sistema financeiro nacional.
Esse montante superou em 29,6% o obtido no primeiro semestre de 2009, quando o Itaú Unibanco lucrou R$ 4,9 bilhões, seu recorde anterior.
Santander
O lucro líquido do Santander nesse primeiro semestre foi de R$ 3,5 bilhões. Esse resultado elevou o Brasil ao patamar de melhor mercado do banco, ao lado do país sede, a Espanha. Os dois países respondem, cada um, por 22% do resultado mundial do Santander.
No mesmo período do ano passado, o Brasil era o segundo melhor mercado do Santander, com lucro líquido de R$ 1,01 bilhão e uma participação de 18% do total, atrás apenas da Espanha, com 27%. A tendência, segundo o presidente do banco, Fábio Barbosa, é que o Brasil supere a Espanha já no próximo trimestre.
Caixa
No semestre, o lucro líquido da Caixa Federal atingiu R$ 1,7 bilhão, crescimento de 44,1% em relação ao mesmo período de 2009, quando o banco divulgou lucro líquido de R$ 1,2 bilhão.
O excelente resultado deve-se em grande parte às operações de crédito, que cresceram 50,3% em comparação com o primeiro semestre de 2009.
Banco do Brasil
O lucro líquido do Banco do Brasil foi de R$ 5,1 bilhões nesse primeiro semestre de 2010. Isso representa crescimento de 27,85% em relação ao mesmo período de 2009. O valor só foi menor que o do Itaú Unibanco.
Novamente, o extraordinário crescimento foi motivado pelo aumento do crédito, como afirmou o próprio banco.
HSBC
A filial brasileira do banco inglês foi a que mais aumentou seus lucros no primeiro semestre em relação a igual período do ano passado. Os R$ 423 milhões registrados nos primeiros seis meses de 2010 são 70,8% maiores do que os R$ 247 milhões do primeiro semestre de 2009.
Fonte: Seeb São Paulo
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Bancários questionam venda de apólices de seguro no HSBC pelo caixa eletrônico
Além da venda de títulos de capitalização e seguros de proteção ao crédito, o HSBC irá também investir na venda de apólices de seguros aos clientes por meio do auto-atendimento. A novidade foi anunciada nesta quarta-feira, 11 de agosto, por Fernando Moreira, presidente da HSBC Seguros, ao Jornal Brasil Econômico.
Atualmente, nos casos da contratação de empréstimo pessoal, o serviço é oferecido ao cliente de forma casada. A venda é realizada no terminal de auto-atendimento mesmo sem a sua solicitação, sendo tal prática alvo de denúncias nos órgãos de defesa do consumidor. "É muito temerário contratar um serviço destes pelo caixa eletrônico, pois requer muitas informações e detalhamento de coberturas, o que necessita de um atendimento personalizado", alerta Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.
Outro problema que certamente acontecerá é o aumento no volume de reclamações diante da facilidade da contratação e extrema dificuldade no ressarcimento de sinistros, como já é comum nos casos de apólices de seguro.
Além do seguro ser um custo extra elevado na contratação do financiamento, os clientes reclamam das altas taxas de juros cobradas pelo banco. "O cliente contrata um serviço de garantia ao banco, então porque as taxas são tão altas?", questiona Miguel.
"Portanto, é fundamental que o cliente busque mais informações antes de contratar o serviço, e se possível que tenha orientação de um bancário ou corretor para que não seja prejudicado quando tiver que ser ressarcido", conclui Miguel.
Fonte: Contraf-CUT
Atualmente, nos casos da contratação de empréstimo pessoal, o serviço é oferecido ao cliente de forma casada. A venda é realizada no terminal de auto-atendimento mesmo sem a sua solicitação, sendo tal prática alvo de denúncias nos órgãos de defesa do consumidor. "É muito temerário contratar um serviço destes pelo caixa eletrônico, pois requer muitas informações e detalhamento de coberturas, o que necessita de um atendimento personalizado", alerta Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.
Outro problema que certamente acontecerá é o aumento no volume de reclamações diante da facilidade da contratação e extrema dificuldade no ressarcimento de sinistros, como já é comum nos casos de apólices de seguro.
Além do seguro ser um custo extra elevado na contratação do financiamento, os clientes reclamam das altas taxas de juros cobradas pelo banco. "O cliente contrata um serviço de garantia ao banco, então porque as taxas são tão altas?", questiona Miguel.
"Portanto, é fundamental que o cliente busque mais informações antes de contratar o serviço, e se possível que tenha orientação de um bancário ou corretor para que não seja prejudicado quando tiver que ser ressarcido", conclui Miguel.
Fonte: Contraf-CUT
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