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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Sindicato paralisa agência do Itaú em Morato


Devido à falta de condições de trabalho e segurança, o Sindicato paralisou no dia de hoje (10/02) a agência do Itaú em Francisco Morato, localizada no centro da cidade.

Através do diretor do Sindicato, Juvêncio Evangelista, funcionário da agência, foi constatado que além da precariedade do ar condicionado, existem outras irregularidades detectadas.

Nesta semana, diretores do Sindicato estiveram presentes na agência, que se encontrava superlotada e a temperatura ambiente chegou a 40 graus.

O banco tomou medidas paliativas para resolver a questão, instalando ar condicionados portáteis, que apesar de ter resolvido minimamente o problema do calor, causou certo desconforto na agência, pois tiveram que quebrar paredes, sem contar com os tubos e fios soltos que estão em toda parte da agência. Além disso, houve sobrecarga na fiação acarretando em queda do sistema e riscos aos funcionários.

"Além de todos estes problemas, há questões graves com relação à segurança bancária e segurança do trabalho. Não houve outra solução que não fosse a de paralisar a agência. É necessário que o banco amplie a agência e contrate mais funcionários, uma vez que há uma crescente demanda de novas contas, além das contas da prefeitura local que hoje se encontram no Itaú". - comenta Antônio Cortezani, diretor do Sindicato.

O setor de Relações Trabalhistas do Itaú, através do Sr. Milton, entrou em contato com o Sindicato e se comprometeu a agendar reunião nos próximos dias.

"Iremos expor ao banco os problemas existentes, e caso não haja solução, o Sindicato estará realizando novas manifestações. Não está descartada a possibilidade de paralisação por tempo indeterminado". - ressalta Antonio Cortezani.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Bradesco Centro 2 é campeão do Campeonato de Futebol Society 2010



No último dia 04, no Rola Bola em Jundiaí, o Bradesco Centro 2 sagrou-se campeão do Campeonato de Futebol Society 2010 com vitória eletrizante sobre o time do Itaú-Unibanco que estava invicto até a final*.

No primeiro tempo, a supremacia foi do time do Bradesco que abriu uma vantagem de quatro gols sobre o adversário, com três gols de Otávio e um gol de Denis.

O que parecia fácil para o Bradesco, tornou-se um pesadelo. No segundo tempo, o time do Itaú-Unibanco esboçou reação e fez três gols – dois de Diogo e um de Daniel. Mas o time do Bradesco acabou fazendo mais um gol com o artilheiro Denis e mais um de pênalti com o jogador Pio. O Itaú fez mais um gol com Diogo, mas já era tarde demais, e o Bradesco sagrou-se campeão, vencendo o jogo por 6 a 4.














Disputa do 3º lugar

Houve também, a disputa do 3º lugar, onde o time da CEF venceu o time do BB que jogou com apenas cinco jogadores. A CEF venceu o BB por 8 a 0, levando o troféu de 3º colocado do campeonato. Os gols da CEF foram marcados por Helio, Rafael, João Ricardo, Igor (2), Gabriel (2) e Lucas.













Artilheiro e goleiro menos vazado

O troféu de Artilheiro do Campeonato foi entregue a Denis (Bradesco Centro 2) que marcou 23 gols no campeonato.
Já o troféu de Goleiro Menos Vazado foi entregue a Willian (Itaú-Unibanco) que sofreu apenas 17 gols em todo o campeonato.











































Fonte: Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região

*(em breve estaremos disponibilizando o compacto em vídeo da Final entre Bradesco Centro 2 e Itaú-Unibanco)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Resultado da enquete sobre as Metas nos Bancos

Resultado da enquete realizada pelo Blog dos Bancários de Jundiaí e Região, mostra que a maioria dos bancários acham que as Metas impostas pelos bancos são impossíveis ou difíceis. Veja o quadro abaixo:

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Seis maiores bancos lucram R$ 21,7 bilhões e batem recorde no 1º semestre


O lucro dos seis maiores bancos do Brasil superou os R$ 20 bilhões no primeiro semestre deste ano. Somados, os lucros líquidos do Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander, Caixa Econômica Federal e HSBC alcançaram a impressionante cifra de R$ 21,72 bilhões.

Esse valor supera em 15% o registrado no primeiro semestre de 2008 - antes da crise econômica mundial -, quando os mesmos seus bancos lucraram mais de R$ 18,8 bilhões. O montante deste ano também supera o do primeiro semestre de 2009 - R$ 16,84 bilhões - , período da crise, em 28,75%.

O recorde de lucro deve-se principalmente, como os próprios bancos divulgam, ao aumento do crédito, que é fruto direto do trabalho dos bancários. "A expansão do crédito só pode acontecer a partir do trabalho dos funcionários, que no seu dia-a-dia estão na batalha para vender aos clientes, muitas vezes sob pressão, os produtos do banco", ressalta a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira. Ela lembra ainda que as cifras mostram que os bancos não só devem como podem atender com folga as reivindicações dos bancários na Campanha Nacional Unificada 2010.

Bradesco

O Bradesco divulgou lucro líquido recorrente de R$ 4,5 bilhões nesse primeiro semestre, voltando a bater seu próprio recorde histórico. O resultado supera em 12,13% o do primeiro semestre de 2009, quando o Bradesco lucrou R$ 4,02 bilhões. O patrimônio líquido do banco, em junho, alcançou R$ 44,2 bilhões, um crescimento de 18,9% em relação ao primeiro semestre do ano passado.

Itaú Unibanco

O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, também bateu recorde, com lucro líquido de R$ 6,4 bilhões no primeiro semestre. Foi o maior valor registrado nos seis primeiros meses do ano em toda a história do sistema financeiro nacional.

Esse montante superou em 29,6% o obtido no primeiro semestre de 2009, quando o Itaú Unibanco lucrou R$ 4,9 bilhões, seu recorde anterior.

Santander

O lucro líquido do Santander nesse primeiro semestre foi de R$ 3,5 bilhões. Esse resultado elevou o Brasil ao patamar de melhor mercado do banco, ao lado do país sede, a Espanha. Os dois países respondem, cada um, por 22% do resultado mundial do Santander.

No mesmo período do ano passado, o Brasil era o segundo melhor mercado do Santander, com lucro líquido de R$ 1,01 bilhão e uma participação de 18% do total, atrás apenas da Espanha, com 27%. A tendência, segundo o presidente do banco, Fábio Barbosa, é que o Brasil supere a Espanha já no próximo trimestre.

Caixa

No semestre, o lucro líquido da Caixa Federal atingiu R$ 1,7 bilhão, crescimento de 44,1% em relação ao mesmo período de 2009, quando o banco divulgou lucro líquido de R$ 1,2 bilhão.

O excelente resultado deve-se em grande parte às operações de crédito, que cresceram 50,3% em comparação com o primeiro semestre de 2009.

Banco do Brasil

O lucro líquido do Banco do Brasil foi de R$ 5,1 bilhões nesse primeiro semestre de 2010. Isso representa crescimento de 27,85% em relação ao mesmo período de 2009. O valor só foi menor que o do Itaú Unibanco.

Novamente, o extraordinário crescimento foi motivado pelo aumento do crédito, como afirmou o próprio banco.

HSBC

A filial brasileira do banco inglês foi a que mais aumentou seus lucros no primeiro semestre em relação a igual período do ano passado. Os R$ 423 milhões registrados nos primeiros seis meses de 2010 são 70,8% maiores do que os R$ 247 milhões do primeiro semestre de 2009.


Fonte: Seeb São Paulo

terça-feira, 4 de maio de 2010

Itaú Unibanco discrimina e demite bancária homossexual


O Itaú Unibanco mostrou mais uma vez ter uma política de recursos humanos que discrimina e persegue os homossexuais. No último dia 26, o gerente geral da agência Campo Grande, César Ribeiro, demitiu a agente comercial Márcia Cristina Tomé Líbano, alguns meses após saber que ela tinha uma companheira. Antes, porém, chamou-a para seguidas “conversas reservadas” em que ficou clara uma absurda discriminação e invasão de privacidade. Numa delas, em dezembro do ano passado, disse ter tomado conhecimento de que a bancária tinha uma relação homossexual. Em janeiro, quis saber se, nesta relação, ela era “o homem ou a mulher”.

Márcia não respondeu, mas sentiu-se revoltada com o assédio e a intromissão em assuntos pessoais, já que ao gerente cabia, apenas, discutir questões profissionais e não às relativas à intimidade de seus subordinados. Mas a pressão não parou por aí. Ela revelou que, em março, Ribeiro a convocou para uma nova conversa em que perguntou por que Márcia movimentava valores acima do seu salário na conta corrente. Márcia questionou a atitude, mas Ribeiro afirmou que, como gerente, tinha o direito de entrar na conta da funcionária sem configurar quebra de sigilo. Márcia explicou que a conta tinha aqueles valores porque recebia depósitos de sua companheira e era usada para pagar as despesas do casal.

Mais assédio

Apesar das explicações, o gerente insinuou que “talvez” ela fosse “convocada pela Inspetoria do banco” para esclarecer os motivos da movimentação, o que se confirmou no início de abril. À Inspetoria Márcia deu as mesmas explicações e recebeu a informação de que o gerente tinha o direito de ter acesso à conta do funcionário, caso ele estivesse endividado, o que não era o caso. A Inspetoria acrescentou que foi o próprio Ribeiro quem pediu a convocação da bancária.

Mais uma vez Márcia passou pelo constrangimento de ter de falar sobre sua relação pessoal a um estranho para explicar a movimentação da conta. A Inspetoria pediu que ela escrevesse uma carta relatando o caso para ser encaminhada ao superintendente da região, Wagner Dionísio. Era uma quinta-feira, 1º de abril. Nada ficou provado contra ela. Mesmo assim, no dia 26, Márcia foi demitida sumariamente. O comunicado de dispensa não trouxe o motivo. O gerente alegou ter sido por “contenção de despesa”.

Revolta na agência

Mais uma prova de que o Itaú Unibanco agiu de forma discriminatória ao demitir a bancária, foi que a resposta ao pedido feito por Márcia de inclusão de sua companheira no plano de saúde foi sendo postergada, com solicitações de envio de cada vez mais documentos, até ela ser desligada do banco.

A demissão de Márcia causou comoção em toda a agência, pela truculência e o desrespeito e porque ela era muito querida por todos. Causou mais revolta, ainda, porque foi imposta por um gerente acusado de assediar os funcionários, inclusive, as mulheres, sexualmente. Cesar Ribeiro chegou a instituir o prêmio destaque do mês que consistia em um almoço com ele. Em um caso emblemático de desumanidade, proibiu que qualquer um da agência acompanhasse ao hospital o bancário Patrick José, que estava enfartando devido às seguidas cobranças do gerente.

Sindicato exige reintegração

Para o Sindicato, este caso é uma comprovação da homofobia, que é crime, por parte do Itaú Unibanco. “Vamos exigir o cancelamento da demissão. Não dá para admitir que o Itaú faça discurso de que possui compromisso social e tenha capatazes que tratam bancários e bancárias desta maneira”, afirmou o diretor do Sindicato Ronald Carvalhosa. E avisou: “Ou reintegra a bancária ou ficará claro que a homofobia deste gerente é uma política institucional da empresa”.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Bancárias do Itaú Unibanco já têm licença-maternidade de 180 dias

O Itaú Unibanco anunciou que está aderindo ao Programa Empresa Cidadã nesta sexta-feira 29 de janeiro, o que garante a prorrogação da licença-maternidade para 180 dias de suas funcionárias em todo o país. "Essa foi uma conquista importante da mobilização da campanha nacional dos bancários de 2009. Esperamos que todos os bancos façam a adesão ao programa o mais breve possível", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT. Além do Itaú Unibanco, aderiram ao programa Banco do Brasil, Nossa Caixa, Caixa Federal, VR, ING, Intercap, Industrial, Rendimento, Daycoval, Pine, Merril Lynch, Cruzeiro do Sul, Cacique e BES.

No comunicado que divulgou a seus trabalhadores, o Itaú Unibanco informou que as bancárias que retornaram ao trabalho a partir de 25 de dezembro de 2009, após ter completado 120 dias da licença-maternidade, e tinham enviado carta solicitando a ampliação para 180 dias, poderão gozar mais dois meses a partir de 1º de fevereiro próximo, independentemente se estiverem trabalhando ou em férias. As empregadas que estiverem em férias, terão o período interrompido para iniciar a prorrogação da licença-maternidade e imediatamente após o fim da extensão de 60 dias, será iniciada a contagem dos dias restantes das férias.

O banco também comunicou que as funcionárias que estavam de licença-maternidade até 24 de dezembro passado e ainda não tinham solicitado por carta a ampliação, poderão fazer isso até 21 de fevereiro. Após essa data, somente serão aceitas as solicitações de prorrogação da licença que atenderem ao prazo estipulado pela Lei 11.770/08, de até um mês após o parto. Todas essas informações valem também para a ampliação da licença nos casos de adoção.

A Contraf-CUT está enviando ofício ao Itaú Unibanco solicitando que o direito à prorrogação da licença-maternidade seja garantido também para as bancárias que haviam feito a solicitação até um mês após o parto a partir do dia 10 de outubro de 2009, data da assinatura da Convenção Coletiva da categoria - conforme estipula o acordo assinado pelo banco.

Fonte: Contraf/CUT