terça-feira, 15 de março de 2011
CEF: Excesso de Horas Extras é grave desvio
Os empregados da Caixa Econômica Federal estão cada vez mais sobrecarregados de trabalho. Em todos os setores há acúmulo de funções e a jornada de trabalho tornou-se sistematicamente desrespeitada pela realização constante das Horas Extras (H.E) a fim de cumprir as atividades diárias. O setor de caixas das agências tem sido um dos mais afetados, pois além do atendimento no horário de funcionamento das agências, existe o expediente pós-fechamento, para processar envelopes, malotes etc.
Em decorrência disto, muitos funcionários de seis e oito horas, realizam cotidianamente jornadas maiores, chegando até dez horas e muitas vezes ultrapassando as duas horas extras diárias, que é uma grave fraude contra a Convenção Coletiva e à Lei, que regula o limite de duas horas extras diárias no máximo.
A coisa ficou tão regular, que muitos funcionários acostumaram a incorporar os valores de hora extra aos salários. Em muitas agências de nossa base sindical, acontece o chamado “controle paralelo”, isto é, quando excedida as duas horas-extras permitidas, o funcionário continua trabalhando, tendo sua máquina logada com a senha gerencial. Há também casos de regularização no dia seguinte do Sipon (ponto eletrônico), onde deliberadamente o funcionário não registra a saída na hora certa, continua trabalhando e a partir da autorização gerencial faz o acerto do horário no dia seguinte, no entanto, desconsiderando oficialmente as horas trabalhadas além das duas H.E e adotando para elas um controle à parte.
O Sindicato lembra que a jornada de seis horas para cargos que não são de “confiança” é uma conquista histórica da categoria e tem razão de existir. O trabalho bancário é, sem dúvida, muito estressante, especialmente devido à pressão, necessidade de concentração e atenção constantes, atendimento ao público, situações de tensão etc. O excesso de jornada de trabalho aumenta a possibilidade de problemas de saúde, como Depressão, Ansiedade, Síndrome do Pânico e LER/DORT, entre outros. Por isso é fundamental que se cumpra a jornada legalmente acordada em nossa Convenção Coletiva. A Hora-Extra deve ser a exceção, ocorrer eventualmente e não tornar-se a regra. O empregado precisa ter cuidado, pois o salário maior hoje pode ter sérias implicações em pouco tempo.
O Sindicato vem cobrando a direção da CEF para ter responsabilidade e realizar mais contratações a fim de resolver o aumento na demanda de serviços. Na região de Jundiaí já levamos os problemas para as instâncias regionais competentes. O funcionário não deve ser pressionado a fazer Horas Extras e deve denunciar se isto ocorre, bem como se ocorrer situações onde o trabalho excede as duas horas extras. Não podemos admitir a pressão de gestores ou da direção da empresa para se desrespeitar a saúde e os direitos dos funcionários.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Desconto na PLR: Sindicato realiza atividade no HSBC em Jundiaí
O mau tempo prejudicou a manifestação prevista pelo Sindicato em frente à Agência do HSBC no centro de Jundiaí. Os diretores do Sindicato Adelmo Sampaio, Elvis Bartholomeu, Antonio Cortezani e Douglas Yamagata, retardaram a abertura da agência e realizaram reunião com os funcionários para esclarecer alguns pontos que foram discutidos na Comissão dos Empregados do HSBC.
A questão principal foi o desconto na PLR dos valores pagos pelo Programa de Participação nos Resultados (PPR). Segundo Adelmo Sampaio, diretor do Sindicato e funcionário do HSBC, o banco não deveria descontar da PLR os resultados internos do banco, uma vez que obteve lucros de mais de R$ 1 bilhão em 2010.
“É uma injustiça que o banco desconte o valor da PPR dos valores da PLR, uma vez que o resultado de 2010 foi superior a R$ 1 bilhão e 60% acima do resultado de 2009. Estamos mobilizando os funcionários e procurando a direção do banco para que mude a sua postura”. – comenta Adelmo.
Os dirigentes recordaram que estes mesmos problemas ocorreram no Santander, cujo desconto dos programas internos na PLR foi extinto, após extensas negociações e mobilizações dos bancários, culminando em um acordo aditivo.
Gastos com combustível – Outro ponto comentado na reunião foi o reembolso de gastos com combustível, onde muitos funcionários estão sendo pressionados pelo banco para realizar visitas e não estão sendo devidamente ressarcidos. Além disso, o valor pago pelo banco por quilômetro rodado é insatisfatório. Enquanto a média de mercado é de R$ 0,75 por quilômetro rodado, o HSBC paga apenas R$ 0,46.
Notas de avaliação – Foi citado na reunião, o sistema de avaliação interna do banco, que sem critérios claros e de forma subjetiva. O critério máximo é um (1) e o mínimo é quatro (4), mas nunca foi encontrado nenhum bancário que tenha recebido o critério máximo.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região
Caixa admite necessidade de critérios para retirar comissão do empregado
A Caixa Econômica Federal admitiu pela primeira vez a necessidade de se estabelecer parâmetros para a retirada da comissão do empregado, de forma a evitar que a decisão fique a critério exclusivo do gestor. A flexibilização do posicionamento da empresa em relação ao assunto foi manifestada nesta terça-feira, dia 1º de março, em Brasília, na retomada da mesa de negociações permanentes, após nova cobrança da Contraf-CUT, federações e sindicatos de bancários.
A regulação da retirada da função é uma antiga reivindicação do movimento dos empregados. O entendimento é de que o bancário que se submeteu a avaliações antes de ser nomeado para determinado cargo em comissão, inclusive por meio de processo seletivo interno, não pode ficar sujeito à destituição injustificada e, tampouco, a mercê de decisões unilaterais dos gestores.
Os representantes da Caixa afirmaram que essa se tornou também uma preocupação da empresa e que o debate a respeito do assunto já está acontecendo. Eles disseram, inclusive, que a expectativa é de avanços nas definições ao longo de 2011.
Também foram discutidas na reunião desta terça-feira a promoção por merecimento, os desdobramentos e pendências relacionadas ao PFG, o Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon) e a Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) para aposentados com ações judiciais contra a empresa, especialmente as que tratam do tíquete alimentação.
Sobre a promoção por merecimento, a empresa informou que a avaliação foi concluída na semana passada e que o resultado pode ser divulgado a qualquer momento. O pagamento será efetuado na folha de março, retroativamente a janeiro último.
Entre os desdobramentos do PFG, os dirigentes sindicais apontaram discriminações aos empregados que decidiram permanecer no REG/Replan não-saldado da Funcef, como no caso do não-repasse pela Caixa ao fundo de pensão dos valores correspondentes à diferença salarial decorrente da migração para o PFG por determinação judicial.
Em resposta à proposta feita anteriormente pela Caixa, de mobilidade dos participantes do REG/Replan não-saldado dentro do próprio PCC, os representantes das entidades sindicais informaram que aceitam debatê-la, mas tendo como parâmetro o ganho financeiro que esses empregados teriam casso fossem para o PFG. Essa discussão será pautada para a próxima rodada de negociações.
Ainda em relação ao PFG, foram apontados pelos empregados problemas em nomenclaturas de funções, que se mostraram inapropriadas. A volta da designação Tesoureiro foi destacada como indevida do ponto de vista da segurança, uma vez que torna o ocupante da função mais vulnerável à ação de assaltantes.
Os representantes dos empregados trataram ainda da implantação do cargo de Supervisor de Atendimento. A esse supervisor são atribuídas múltiplas atribuições, mas, por outro lado, estão sendo abertas novas agências sem o ocupante do cargo.
No que se refere ao cargo de Consultor de Canais, o problema ressaltado na mesa de negociação é o deslocamento de pessoas da própria unidade para função, sem a reposição da lotação da unidade, onde já há forte carência de pessoal.
Houve entendimento entre os representantes dos empregados e da empresa para a criação da CCV, que tratará do tíquete e outras pendências judiciais envolvendo os aposentados. O projeto-piloto da comissão será implantado nas bases sindicais de São Paulo, Campinas, Brasília e Ceará. Terá a duração de três meses.
Em relação ao Sipon, foram relacionadas pela Contraf-CUT, federações e sindicatos inúmeras denúncias, a começar pela não-marcação de hora extra, por determinação do gestor. Foi cobrado da empresa o fechamento do sistema após a marcação da saída do empregado.
Os problemas do Sipon serão tratados em grupo de trabalho, em cumprimento ao acordo coletivo do ano passado. O GT já realizou este ano a sua primeira reunião.
Ficou acertado entre os representantes dos empregados e da empresa que as questões relativas ao Plano Estratégico para o Atendimento (PEATE) serão debatidas na próxima rodada das negociações permanentes. A Contraf-CUT apontou como questão central a contratação de mais empregados.
Fonte: Contraf-CUT com Fenae
A regulação da retirada da função é uma antiga reivindicação do movimento dos empregados. O entendimento é de que o bancário que se submeteu a avaliações antes de ser nomeado para determinado cargo em comissão, inclusive por meio de processo seletivo interno, não pode ficar sujeito à destituição injustificada e, tampouco, a mercê de decisões unilaterais dos gestores.
Os representantes da Caixa afirmaram que essa se tornou também uma preocupação da empresa e que o debate a respeito do assunto já está acontecendo. Eles disseram, inclusive, que a expectativa é de avanços nas definições ao longo de 2011.
Também foram discutidas na reunião desta terça-feira a promoção por merecimento, os desdobramentos e pendências relacionadas ao PFG, o Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon) e a Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) para aposentados com ações judiciais contra a empresa, especialmente as que tratam do tíquete alimentação.
Sobre a promoção por merecimento, a empresa informou que a avaliação foi concluída na semana passada e que o resultado pode ser divulgado a qualquer momento. O pagamento será efetuado na folha de março, retroativamente a janeiro último.
Entre os desdobramentos do PFG, os dirigentes sindicais apontaram discriminações aos empregados que decidiram permanecer no REG/Replan não-saldado da Funcef, como no caso do não-repasse pela Caixa ao fundo de pensão dos valores correspondentes à diferença salarial decorrente da migração para o PFG por determinação judicial.
Em resposta à proposta feita anteriormente pela Caixa, de mobilidade dos participantes do REG/Replan não-saldado dentro do próprio PCC, os representantes das entidades sindicais informaram que aceitam debatê-la, mas tendo como parâmetro o ganho financeiro que esses empregados teriam casso fossem para o PFG. Essa discussão será pautada para a próxima rodada de negociações.
Ainda em relação ao PFG, foram apontados pelos empregados problemas em nomenclaturas de funções, que se mostraram inapropriadas. A volta da designação Tesoureiro foi destacada como indevida do ponto de vista da segurança, uma vez que torna o ocupante da função mais vulnerável à ação de assaltantes.
Os representantes dos empregados trataram ainda da implantação do cargo de Supervisor de Atendimento. A esse supervisor são atribuídas múltiplas atribuições, mas, por outro lado, estão sendo abertas novas agências sem o ocupante do cargo.
No que se refere ao cargo de Consultor de Canais, o problema ressaltado na mesa de negociação é o deslocamento de pessoas da própria unidade para função, sem a reposição da lotação da unidade, onde já há forte carência de pessoal.
Houve entendimento entre os representantes dos empregados e da empresa para a criação da CCV, que tratará do tíquete e outras pendências judiciais envolvendo os aposentados. O projeto-piloto da comissão será implantado nas bases sindicais de São Paulo, Campinas, Brasília e Ceará. Terá a duração de três meses.
Em relação ao Sipon, foram relacionadas pela Contraf-CUT, federações e sindicatos inúmeras denúncias, a começar pela não-marcação de hora extra, por determinação do gestor. Foi cobrado da empresa o fechamento do sistema após a marcação da saída do empregado.
Os problemas do Sipon serão tratados em grupo de trabalho, em cumprimento ao acordo coletivo do ano passado. O GT já realizou este ano a sua primeira reunião.
Ficou acertado entre os representantes dos empregados e da empresa que as questões relativas ao Plano Estratégico para o Atendimento (PEATE) serão debatidas na próxima rodada das negociações permanentes. A Contraf-CUT apontou como questão central a contratação de mais empregados.
Fonte: Contraf-CUT com Fenae
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Sindicato paralisa agência do Itaú em Morato
Devido à falta de condições de trabalho e segurança, o Sindicato paralisou no dia de hoje (10/02) a agência do Itaú em Francisco Morato, localizada no centro da cidade.
Através do diretor do Sindicato, Juvêncio Evangelista, funcionário da agência, foi constatado que além da precariedade do ar condicionado, existem outras irregularidades detectadas.
Nesta semana, diretores do Sindicato estiveram presentes na agência, que se encontrava superlotada e a temperatura ambiente chegou a 40 graus.
O banco tomou medidas paliativas para resolver a questão, instalando ar condicionados portáteis, que apesar de ter resolvido minimamente o problema do calor, causou certo desconforto na agência, pois tiveram que quebrar paredes, sem contar com os tubos e fios soltos que estão em toda parte da agência. Além disso, houve sobrecarga na fiação acarretando em queda do sistema e riscos aos funcionários.
"Além de todos estes problemas, há questões graves com relação à segurança bancária e segurança do trabalho. Não houve outra solução que não fosse a de paralisar a agência. É necessário que o banco amplie a agência e contrate mais funcionários, uma vez que há uma crescente demanda de novas contas, além das contas da prefeitura local que hoje se encontram no Itaú". - comenta Antônio Cortezani, diretor do Sindicato.
O setor de Relações Trabalhistas do Itaú, através do Sr. Milton, entrou em contato com o Sindicato e se comprometeu a agendar reunião nos próximos dias.
"Iremos expor ao banco os problemas existentes, e caso não haja solução, o Sindicato estará realizando novas manifestações. Não está descartada a possibilidade de paralisação por tempo indeterminado". - ressalta Antonio Cortezani.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Comando Nacional avalia vitórias da Campanha 2010 e define próximas lutas
Em reunião ocorrida nesta terça-feira, dia 7, em Belo Horizonte, o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, avaliou positivamente a Campanha 2010. Para os dirigentes dos sindicatos e federações, a greve mais forte dos últimos 20 anos arrancou o maior aumento real, valorização do piso, elevação da PLR e cláusulas de combate ao assédio moral e de melhoria da segurança bancária, além de vitórias nos acordos específicos com os bancos públicos. Os participantes também definiram encaminhamentos para organizar as próximas lutas.
Clotário Cardoso, presidente do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, saudou a realização do encontro na capital mineira. "Nós nos sentimos gratificados e honrados em sediar a última reunião do ano do Comando Nacional para avaliar a campanha vitoriosa que fizemos", destacou.
"É importante receber companheiras e companheiros de todo Brasil para avaliar as conquistas e os avanços da campanha deste ano, frutos da força da greve e da mobilização nacional da categoria", frisou Magali Fagundes, presidenta da Fetraf-MG.
Para a Contraf-CUT, foi uma campanha vitoriosa
Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, fez uma apresentação sobre a organização, a mobilização e os resultados positivos da Campanha 2010. Ele salientou a importância da participação da categoria desde a construção da pauta de reivindicações e a definição das prioridades, valorizando a democracia e a unidade nacional.
"Foi importante o grau de unidade entre os sindicatos e federações, inclusive com entidades que ainda não integram o Comando Nacional, o que foi fundamental para potencializar o movimento e garantir as vitórias", destacou o presidente da Contraf-CUT. "Demos, assim, mais um passo rumo à mesa única de negociações".
"Nós precisamos avaliar o modelo de greve. Apesar do fechamento de 8.280 agências de bancos públicos e privados, o que significa 1.000 unidades a mais em relação ao ano passado, não é possível que clientes de alta renda continuem entrando em agências paralisadas, enquanto que os demais não são atendidos, como aconteceu em várias dependências", alertou Carlos Cordeiro.
O coordenador do Comando Nacional apontou também o cenário da campanha: crescimento econômico, bons acordos de outras categorias, eleições gerais e crise no exterior. Ele enfatizou a importância do processo de contrução da campanha com as consultas aos bancários e a pesquisa nacional; a definição dos temas centrais pelo Comando; as conferências regionais, a conferência nacional e as assembleias dos sindicatos para a aprovação da minuta de reivindicações.
Carlos Cordeiro ainda salientou o acerto da estratégia de campanha unificada, o acerto do calendário de negociações (Fenaban e bancos federais), assembleias e greve, o acerto da transversalidade de gênero nos temas da campanha e o acerto da mobilização nos bancos públicos e privados. "A unidade nacional, a mídia unificada, a divulgação interna e externa e a importância das mesas temáticas também contribuíram, e muito, para os resultados positivos que conquistamos", ressaltou.
O presidente da Contraf-CUT exibiu gráficos, mostrando que até 2003 os bancários vinham obtendo reajustes abaixo da inflação de cada ano. "Com a campanha unificada a partir de 2004, os bancários abriram um novo ciclo e passaram a acumular aumentos reais de salário, bem como a valorização do piso e a elevação da PLR, melhorando a renda do trabalhador", declarou. "Além disso, obtivemos conquistas sociais em 2010, como a cláusula de combate ao assédio moral e de melhoria da segurança bancária", completou.
As conquistas das mesas específicas dos bancos públicos também foram destacadas. "Obtivemos avanços no BB, como a elevação do piso e a implantação da carreira de mérito, assim como na Caixa aumentamos o piso e arrancamos a PLR social de 4% do lucro de forma linear, passando a ser a única instituição financeira que distribui até 19% do lucro para os trabalhadores", frisou. "Acompanhamos ainda as negociações com os demais bancos públicos, garantindo importantes conquistas, e a Contraf-CUT assinou pela primeira vez acordo coletivo com o BNDES", acrescentou.
"Quero agradecer e parabenizar mais uma vez todos os dirigentes sindicais e os bancários de todo Brasil, que se uniram e fizeram acontecer a Campanha 2010 e, juntos, conquistamos importantes vitórias para a categoria e a classe trabalhadora", concluiu Carlos Cordeiro.
Mais avaliações de campanha vitoriosa
Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, que desempenhou papel de destaque no processo de negociação, fez também uma avaliação positiva da Campanha 2010. "Os resultados econômicos falam por si: conquistamos o maior aumento real dos últimos anos", afirmou.
"O aumento do piso tem reflexo não somente para quem ingressa no banco, mas também para o salário do caixa e do primeiro comissionado, além de contribuir efetivamente para melhorar a remuneração das mulheres, cujos vencimentos são menores que os dos homens", apontou.
Ela explicou que o reajuste de 7,5% somente para quem recebia até R$ 5.250 foi uma proposta da Fenaban. "O reajuste diferenciado não foi uma reivindicação dos bancários", disse. Juvandia também frisou os ganhos dos bancários no BB e na Caixa, reforçando o acerto da campanha unificada.
Eduardo Navarro, diretor da Federação dos Bancários da BA-SE, elogiou a atuação do Comando Nacional e destacou a unidade do movimento. "Acertamos a data da greve, deflagrada no dia 29 de setembro, que permitiu aprofundar a organização e a unidade da categoria", disse. "Precisamos seguir apostando na possibilidade de construir uma única mesa de negociação", enfatizou.
Aparecido Donizete Roveroni (Cidão), diretor da Federação dos Bancários de SP-MS, também parabenizou a atuação do Comando Nacional e de todos os sindicatos e federações, "o que garantiu uma greve forte e vitoriosa". Ele destacou que "os juízes concederam menos interditos proibitórios em 2010 do que em anos anteriores". Cidão defendeu igualmente uma única mesa de negociação.
Antonio Pirotti, secretário de Assuntos Sócioeconômicos da Contraf-CUT, ressaltou o crescimento da greve, envolvendo mais bancários em todo país, sublinhando dentre as conquistas a valorização do piso. "A estratégia de negociações gerais e específicas concomitantes é correta e não está esgotada", avaliou. Ele defendeu a busca da participação de todas as entidades sindicais no Comando Nacional e a unidade na ação. Pirotti também destacou os avanços nos acordos com os bancos públicos.
Cássio Ricardo Marques, diretor do Sindicato dos Bancários de Florianópolis, também reforçou a força da mobilização. "Foi uma campanha complexa. Muitos bancários aderiram à greve, enquanto outros ficaram trabalhando. A proposta da Fenaban superou expectativas, especialmente o índice de reajuste do piso. Reconhecemos os avanços, mas precisamos analisar os problemas para melhorar no ano que vem", analisou.
Encaminhamentos
Os integrantes do Comando Nacional aprovaram um conjunto de encaminhamentos, que apontam para a continuidade da luta dos bancários em 2011, buscando novas conquistas. "A retomada das mesas temáticas e permanentes é uma das principais definições, com a finalidade de melhorar as condições de trabalho e avançar nas questões específicas em cada banco", destacou Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT.
Veja as definições do Comando Nacional
1. Realização do Encontro Nacional de Dirigentes Sindicatos (9, 10 e 11 de fevereiro, em São Paulo) para organizar o processo de negociação permanente e definir as prioridades em cada banco público e privado;
2. Retomada das mesas temáticas com a Fenaban (saúde e condições de trabalho, segurança bancária, terceirização e igualdade de oportunidades);
3. Assinatura de acordos coletivos entre os sindicatos e os bancos sobre a cláusula de prevenção de conflitos no ambiente de trabalho, que visa ao combate ao assédio moral;
4. Assinatura de acordos entre os sindicatos e os bancos sobre a cláusula de reabilitação profissional;
5. Retomada das mesas permanentes com todos os bancos públicos e privados, procurando novas conquistas para as questões específicas;
6. Retomada do debate sobre o sistema financeiro que queremos.
7. Continuidade da luta pelo emprego.
Ato em homenagem aos que lutaram contra ditadura
Ao final, a Contraf-CUT chamou os integrantes do Comando Nacional e todos os sindicatos e federações a participarem do ato público a ser realizado pela CUT na próxima segunda-feira, dia 13, no Rio de Janeiro, em homenagem aos combatentes da ditadura, no dia de aniversário do famigerado AI-5.
O objetivo é reafirmar a importância da luta de toda uma geração, que nos trouxe até o processo de mudanças que vivemos hoje no Brasil. A intenção é se contrapor ao discurso de direita, muito utilizado pela campanha de José Serra e que agora recrudesce em alguns setores da sociedade.
Parte desse discurso tenta transmitir às novas gerações que a luta contra a ditadura foi obra de "terroristas", "ladrões" e outros adjetivos que tentam desqualificar a luta e apagar a história. Discurso que ganhou manchete na Folha de S. Paulo, empresa que contribuiu com a ditadura militar e que a chamou recentemente de "ditabranda".
É preciso resgatar a história da luta contra a ditadura e aprofundar a construção da democracia.
Fonte: Contraf-CUT
Clotário Cardoso, presidente do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte, saudou a realização do encontro na capital mineira. "Nós nos sentimos gratificados e honrados em sediar a última reunião do ano do Comando Nacional para avaliar a campanha vitoriosa que fizemos", destacou.
"É importante receber companheiras e companheiros de todo Brasil para avaliar as conquistas e os avanços da campanha deste ano, frutos da força da greve e da mobilização nacional da categoria", frisou Magali Fagundes, presidenta da Fetraf-MG.
Para a Contraf-CUT, foi uma campanha vitoriosa
Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, fez uma apresentação sobre a organização, a mobilização e os resultados positivos da Campanha 2010. Ele salientou a importância da participação da categoria desde a construção da pauta de reivindicações e a definição das prioridades, valorizando a democracia e a unidade nacional.
"Foi importante o grau de unidade entre os sindicatos e federações, inclusive com entidades que ainda não integram o Comando Nacional, o que foi fundamental para potencializar o movimento e garantir as vitórias", destacou o presidente da Contraf-CUT. "Demos, assim, mais um passo rumo à mesa única de negociações".
"Nós precisamos avaliar o modelo de greve. Apesar do fechamento de 8.280 agências de bancos públicos e privados, o que significa 1.000 unidades a mais em relação ao ano passado, não é possível que clientes de alta renda continuem entrando em agências paralisadas, enquanto que os demais não são atendidos, como aconteceu em várias dependências", alertou Carlos Cordeiro.
O coordenador do Comando Nacional apontou também o cenário da campanha: crescimento econômico, bons acordos de outras categorias, eleições gerais e crise no exterior. Ele enfatizou a importância do processo de contrução da campanha com as consultas aos bancários e a pesquisa nacional; a definição dos temas centrais pelo Comando; as conferências regionais, a conferência nacional e as assembleias dos sindicatos para a aprovação da minuta de reivindicações.
Carlos Cordeiro ainda salientou o acerto da estratégia de campanha unificada, o acerto do calendário de negociações (Fenaban e bancos federais), assembleias e greve, o acerto da transversalidade de gênero nos temas da campanha e o acerto da mobilização nos bancos públicos e privados. "A unidade nacional, a mídia unificada, a divulgação interna e externa e a importância das mesas temáticas também contribuíram, e muito, para os resultados positivos que conquistamos", ressaltou.
O presidente da Contraf-CUT exibiu gráficos, mostrando que até 2003 os bancários vinham obtendo reajustes abaixo da inflação de cada ano. "Com a campanha unificada a partir de 2004, os bancários abriram um novo ciclo e passaram a acumular aumentos reais de salário, bem como a valorização do piso e a elevação da PLR, melhorando a renda do trabalhador", declarou. "Além disso, obtivemos conquistas sociais em 2010, como a cláusula de combate ao assédio moral e de melhoria da segurança bancária", completou.
As conquistas das mesas específicas dos bancos públicos também foram destacadas. "Obtivemos avanços no BB, como a elevação do piso e a implantação da carreira de mérito, assim como na Caixa aumentamos o piso e arrancamos a PLR social de 4% do lucro de forma linear, passando a ser a única instituição financeira que distribui até 19% do lucro para os trabalhadores", frisou. "Acompanhamos ainda as negociações com os demais bancos públicos, garantindo importantes conquistas, e a Contraf-CUT assinou pela primeira vez acordo coletivo com o BNDES", acrescentou.
"Quero agradecer e parabenizar mais uma vez todos os dirigentes sindicais e os bancários de todo Brasil, que se uniram e fizeram acontecer a Campanha 2010 e, juntos, conquistamos importantes vitórias para a categoria e a classe trabalhadora", concluiu Carlos Cordeiro.
Mais avaliações de campanha vitoriosa
Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, que desempenhou papel de destaque no processo de negociação, fez também uma avaliação positiva da Campanha 2010. "Os resultados econômicos falam por si: conquistamos o maior aumento real dos últimos anos", afirmou.
"O aumento do piso tem reflexo não somente para quem ingressa no banco, mas também para o salário do caixa e do primeiro comissionado, além de contribuir efetivamente para melhorar a remuneração das mulheres, cujos vencimentos são menores que os dos homens", apontou.
Ela explicou que o reajuste de 7,5% somente para quem recebia até R$ 5.250 foi uma proposta da Fenaban. "O reajuste diferenciado não foi uma reivindicação dos bancários", disse. Juvandia também frisou os ganhos dos bancários no BB e na Caixa, reforçando o acerto da campanha unificada.
Eduardo Navarro, diretor da Federação dos Bancários da BA-SE, elogiou a atuação do Comando Nacional e destacou a unidade do movimento. "Acertamos a data da greve, deflagrada no dia 29 de setembro, que permitiu aprofundar a organização e a unidade da categoria", disse. "Precisamos seguir apostando na possibilidade de construir uma única mesa de negociação", enfatizou.
Aparecido Donizete Roveroni (Cidão), diretor da Federação dos Bancários de SP-MS, também parabenizou a atuação do Comando Nacional e de todos os sindicatos e federações, "o que garantiu uma greve forte e vitoriosa". Ele destacou que "os juízes concederam menos interditos proibitórios em 2010 do que em anos anteriores". Cidão defendeu igualmente uma única mesa de negociação.
Antonio Pirotti, secretário de Assuntos Sócioeconômicos da Contraf-CUT, ressaltou o crescimento da greve, envolvendo mais bancários em todo país, sublinhando dentre as conquistas a valorização do piso. "A estratégia de negociações gerais e específicas concomitantes é correta e não está esgotada", avaliou. Ele defendeu a busca da participação de todas as entidades sindicais no Comando Nacional e a unidade na ação. Pirotti também destacou os avanços nos acordos com os bancos públicos.
Cássio Ricardo Marques, diretor do Sindicato dos Bancários de Florianópolis, também reforçou a força da mobilização. "Foi uma campanha complexa. Muitos bancários aderiram à greve, enquanto outros ficaram trabalhando. A proposta da Fenaban superou expectativas, especialmente o índice de reajuste do piso. Reconhecemos os avanços, mas precisamos analisar os problemas para melhorar no ano que vem", analisou.
Encaminhamentos
Os integrantes do Comando Nacional aprovaram um conjunto de encaminhamentos, que apontam para a continuidade da luta dos bancários em 2011, buscando novas conquistas. "A retomada das mesas temáticas e permanentes é uma das principais definições, com a finalidade de melhorar as condições de trabalho e avançar nas questões específicas em cada banco", destacou Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT.
Veja as definições do Comando Nacional
1. Realização do Encontro Nacional de Dirigentes Sindicatos (9, 10 e 11 de fevereiro, em São Paulo) para organizar o processo de negociação permanente e definir as prioridades em cada banco público e privado;
2. Retomada das mesas temáticas com a Fenaban (saúde e condições de trabalho, segurança bancária, terceirização e igualdade de oportunidades);
3. Assinatura de acordos coletivos entre os sindicatos e os bancos sobre a cláusula de prevenção de conflitos no ambiente de trabalho, que visa ao combate ao assédio moral;
4. Assinatura de acordos entre os sindicatos e os bancos sobre a cláusula de reabilitação profissional;
5. Retomada das mesas permanentes com todos os bancos públicos e privados, procurando novas conquistas para as questões específicas;
6. Retomada do debate sobre o sistema financeiro que queremos.
7. Continuidade da luta pelo emprego.
Ato em homenagem aos que lutaram contra ditadura
Ao final, a Contraf-CUT chamou os integrantes do Comando Nacional e todos os sindicatos e federações a participarem do ato público a ser realizado pela CUT na próxima segunda-feira, dia 13, no Rio de Janeiro, em homenagem aos combatentes da ditadura, no dia de aniversário do famigerado AI-5.
O objetivo é reafirmar a importância da luta de toda uma geração, que nos trouxe até o processo de mudanças que vivemos hoje no Brasil. A intenção é se contrapor ao discurso de direita, muito utilizado pela campanha de José Serra e que agora recrudesce em alguns setores da sociedade.
Parte desse discurso tenta transmitir às novas gerações que a luta contra a ditadura foi obra de "terroristas", "ladrões" e outros adjetivos que tentam desqualificar a luta e apagar a história. Discurso que ganhou manchete na Folha de S. Paulo, empresa que contribuiu com a ditadura militar e que a chamou recentemente de "ditabranda".
É preciso resgatar a história da luta contra a ditadura e aprofundar a construção da democracia.
Fonte: Contraf-CUT
domingo, 10 de outubro de 2010
Apesar de nova proposta, greve continua nesta segunda feira (11/10)
A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou ao Comando Nacional dos Bancários neste sábado (9/10), nova proposta que inclui reajuste de 9,82% para o piso salarial, 6,5% de reajuste para quem ganha até R$ 4.100 (e um valor fixo de R$ 266,50 para os salários superiores a esse valor). Propôs também 6,5% de reajuste para a PLR e todas as verbas salariais e auxílios.
Para o Comando Nacional, é inaceitável o teto de R$ 4.100. Isso significa que quem ganha acima de R$ 6.212 terá reajuste abaixo da inflação do período. O Comando considera insuficiente o índice de reajuste do piso da categoria em 9,82% e considera muito rebaixado índice de reajuste de 6,5% sobre a PLR, pois é preciso que os bancos aumentem a distribuição da PLR em relação ao ano passado, mediante a alta lucratividade dos bancos.
A Fenaban pediu a suspensão temporária das negociações e a retomada ficou agendada para segunda-feira, dia 11, às 11h, e se sinalizaram que apresentarão proposta sobre assédio moral e segurança bancária.
A greve continuará nesta segunda-feira em toda região de Jundiaí e a tendência é de que outras agências venham a aderir. A greve dos bancários já é considerada uma das maiores das última duas décadas.
Protesto contra pedido de prisão de dirigentes
O Comando Nacional fez um protesto veemente à Fenaban contra a postura do Itaú de solicitar a prisão do presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília. Rodrigo Britto é membro do Comando Nacional. Outros bancos estão fazendo a mesma coisa contra dirigentes sindicais e trabalhadores em greve em vários Estados. O Comando disse que a prática antissindical é inaceitável em uma sociedade democrática onde o direito de greve está assegurado na Constituição.
Negociações nos bancos públicos federais
Devido as negociações com a Fenaban na segunda-feira, às 11h, as reuniões sobre as pautas específicas do Banco do Brasil e da Caixa não acontecerão mais às 10h. Serão realizadas ao final das negociações com a Fenaban.
A nova proposta da Fenaban
Novo piso salarial: R$ 1.180 (reajuste de 9,82%)
Reajuste de salários: 6,5% até R$ 4.100.
Reajuste para salários acima de R$ 4.100: R$ 266,50 fixos.
PLR: reajuste de 6,5%, tanto para a regra básica quanto para o adicional.
Reajuste dos benefícios e verbas salariais: 6,5%.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região com informações da Contraf-CUT
Para o Comando Nacional, é inaceitável o teto de R$ 4.100. Isso significa que quem ganha acima de R$ 6.212 terá reajuste abaixo da inflação do período. O Comando considera insuficiente o índice de reajuste do piso da categoria em 9,82% e considera muito rebaixado índice de reajuste de 6,5% sobre a PLR, pois é preciso que os bancos aumentem a distribuição da PLR em relação ao ano passado, mediante a alta lucratividade dos bancos.
A Fenaban pediu a suspensão temporária das negociações e a retomada ficou agendada para segunda-feira, dia 11, às 11h, e se sinalizaram que apresentarão proposta sobre assédio moral e segurança bancária.
A greve continuará nesta segunda-feira em toda região de Jundiaí e a tendência é de que outras agências venham a aderir. A greve dos bancários já é considerada uma das maiores das última duas décadas.
Protesto contra pedido de prisão de dirigentes
O Comando Nacional fez um protesto veemente à Fenaban contra a postura do Itaú de solicitar a prisão do presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília. Rodrigo Britto é membro do Comando Nacional. Outros bancos estão fazendo a mesma coisa contra dirigentes sindicais e trabalhadores em greve em vários Estados. O Comando disse que a prática antissindical é inaceitável em uma sociedade democrática onde o direito de greve está assegurado na Constituição.
Negociações nos bancos públicos federais
Devido as negociações com a Fenaban na segunda-feira, às 11h, as reuniões sobre as pautas específicas do Banco do Brasil e da Caixa não acontecerão mais às 10h. Serão realizadas ao final das negociações com a Fenaban.
A nova proposta da Fenaban
Novo piso salarial: R$ 1.180 (reajuste de 9,82%)
Reajuste de salários: 6,5% até R$ 4.100.
Reajuste para salários acima de R$ 4.100: R$ 266,50 fixos.
PLR: reajuste de 6,5%, tanto para a regra básica quanto para o adicional.
Reajuste dos benefícios e verbas salariais: 6,5%.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região com informações da Contraf-CUT
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Sexto dia de greve em Jundiaí tem novas adesões
No sexto dia de greve da categoria, houve a ampliação do movimento com a adesão de novas agências do Itaú, HSBC e Citibank. Portanto, já são mais de cincoenta agências paralisadas em toda a região de Jundiaí. A greve continua forte, destacando o BB e Caixa, onde praticamente 100% dos funcionários cruzaram os braços.
Algumas agências do Itaú reabriram, fruto da intransigência dos banqueiros que apelam para medidas jurídicas para atrapalhar o movimento. Apesar deste fato, os funcionários destes bancos estão conscientes de que a paralisação poderá retornar a qualquer momento.
“A greve está se expandindo e é possível que chegue a paralisar todas as agências em algumas cidades. Em toda a região, a greve já tem adesão de aproximadamente 1.000 bancários”. – comenta Paulo Santos Mendonça, presidente do Sindicato.
Até sexta-feira (01/10), já eram quase 6.500 agências paralisadas em todo o país. Foram fechadas agências nos 26 Estados e no Distrito Federal, além de dezenas de centros administrativos de todos os bancos nas capitais.
O que os bancários reivindicam
● 11% de reajuste salarial.
● Piso salarial de R$ 1.510 para portaria, R$ 2.157 para escriturário (salário mínimo do Dieese), R$ 2.913 para caixas, R$ 3.641 para primeiro comissionado e R$ 4.855 para primeiro gerente.
● PLR de três salários mais R$ 4 mil fixos.
● Aumento para um salário mínimo (R$ 510) dos valores do auxílio-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta-alimentação e auxílio-creche/babá.
● Previdência complementar em todos os bancos.
● Proteção à saúde do trabalhador, que inclua o combate às metas abusivas, ao assédio moral e à falta de segurança.
● Medidas para proteger o emprego, como garantias contra demissões imotivadas, reversão das terceirizações e fim da precarização via correspondentes bancários.
● Mais contratações para amenizar a sobrecarga de trabalho, acabar com as filas e melhorar o atendimento ao público.
● Planos de Carreiras, Cargos e Salários (PCCS) em todos os bancos
Fonte: Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região
Algumas agências do Itaú reabriram, fruto da intransigência dos banqueiros que apelam para medidas jurídicas para atrapalhar o movimento. Apesar deste fato, os funcionários destes bancos estão conscientes de que a paralisação poderá retornar a qualquer momento.
“A greve está se expandindo e é possível que chegue a paralisar todas as agências em algumas cidades. Em toda a região, a greve já tem adesão de aproximadamente 1.000 bancários”. – comenta Paulo Santos Mendonça, presidente do Sindicato.
Até sexta-feira (01/10), já eram quase 6.500 agências paralisadas em todo o país. Foram fechadas agências nos 26 Estados e no Distrito Federal, além de dezenas de centros administrativos de todos os bancos nas capitais.
O que os bancários reivindicam
● 11% de reajuste salarial.
● Piso salarial de R$ 1.510 para portaria, R$ 2.157 para escriturário (salário mínimo do Dieese), R$ 2.913 para caixas, R$ 3.641 para primeiro comissionado e R$ 4.855 para primeiro gerente.
● PLR de três salários mais R$ 4 mil fixos.
● Aumento para um salário mínimo (R$ 510) dos valores do auxílio-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta-alimentação e auxílio-creche/babá.
● Previdência complementar em todos os bancos.
● Proteção à saúde do trabalhador, que inclua o combate às metas abusivas, ao assédio moral e à falta de segurança.
● Medidas para proteger o emprego, como garantias contra demissões imotivadas, reversão das terceirizações e fim da precarização via correspondentes bancários.
● Mais contratações para amenizar a sobrecarga de trabalho, acabar com as filas e melhorar o atendimento ao público.
● Planos de Carreiras, Cargos e Salários (PCCS) em todos os bancos
Fonte: Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região
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