sexta-feira, 9 de abril de 2010
BB/Nossa Caixa: cliente ameaça funcionário e PM é chamada
Ontem, 08, quinto dia útil, os funcionários da agência da Nossa Caixa de Franco da Rocha passaram o dia à beira de um ataque de nervos, pois além do quadro estar com uma defasagem de aproximadamente dez funcionários, o que os obrigou a trabalharem em condições precárias, ainda foram obrigados a suportar todos os tipos de reclamações e xingamentos dos clientes em virtude das mudanças que o BB impôs unilateralmente. À tarde, após o encerramento do expediente, a agência ainda estava lotada de clientes portadores se senha para serem atendidos. Foi neste momento que um cliente foi à gerência inconformado com o fato de ter ficado sem salário, em virtude de seu limite de cheque especial ter sido cancelado e seu dinheiro ser usado para cobrir o saldo negativo. Ao ser informado que não havia solução para seu problema, iniciou uma sessão de impropérios e xingamentos, dizendo que só sairia da agência com seu problema resolvido. Diante do impasse, foi sugerido que ligasse para a ouvidoria, no entanto fez questão de fazê-lo da mesa da gerente. Ao ver que não estava tendo êxito em sua reclamação, ameaçou agredir um funcionário que tentava lhe explicar que ninguém tinha alçada para resolver seu problema. Como já passavam das 18hs e o impasse continuava com o cliente visivelmente transtornado, pondo em risco a integridade física dos funcionários, a polícia foi chamada e só retirou o agressor às 19hs.
Segundo o diretor do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região e funcionário da Nossa Caixa, Álvaro Pires da Silva, “o que o Banco do Brasil está fazendo com clientes e funcionários é uma verdadeira barbárie. Além de ceifar direitos e benefícios dos funcionários, como a Gratificação Variável, anuênio e tantos outros, desrespeita clientes que mantinham negócio com a Nossa Caixa há anos. A covardia do banco parece não ter limite pois, segundo informações, foi “pedido” em algumas reuniões que os funcionários não externassem aos clientes que os problemas por que passam são conseqüências da nova administração do Banco do Brasil! Lamentavelmente o funcionário acaba ficando refém da política de uma administração desvairada, caótica e inconseqüente do banco”, finaliza Álvaro.
Fonte: www.bancariosjundiai.com.br
quinta-feira, 11 de março de 2010
Bradesco responde no TST por assédio moral
O argumento foi inicialmente aceito pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT/BA), mas o Tribunal Superior do Trabalho (TST) reformou a decisão e determinou que o TRT/BA julgue a questão. Os fatos reclamados pelo trabalhador ocorreram em 2003 e o ajuizamento do processo foi realizado em 2007.
Segundo o presidente da Sexta Turma e relator do caso no TST, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, o prazo para reclamações de natureza de assédio moral é de cinco anos durante o curso do contrato e de dois anos após o término da relação de emprego. No processo em discussão, o contrato de trabalho não foi extinto e sim suspenso, pois o trabalhador foi aposentado em 2004 por invalidez.
Assim, como o período entre a confirmação da incapacidade para o trabalho e o ajuizamento da ação se deu em um período inferior a cinco anos, “o ajuizamento está dentro do quinquênio previsto na Constituição”, conclui o relator.
Fonte: SEEB/SP
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
FETEC SP protocola denúncia contra Bradesco na Superintendência do INSS
Conforme denúncias, o banco lista os trabalhadores afastados por motivo da doença para posterior demissão. O caso é objeto de ação civil pública promovida pelo Ministério Público do Trabalho da 2ª Região em São Paulo, inclusive com indicação para que os efeitos da decisão sejam aplicados em nível nacional, uma vez que existem denúncias de práticas semelhantes por todo o país.
Segundo depoimentos colhidos durante a investigação, a instituição financeira estaria pedindo aos empregados que solicitem alta no INSS e, posteriormente, os dispensaria sob a alegação de que seria mais benéfico ao trabalhador diante da possibilidade do recebimento do FGTS e da multa fundiária.
Embora a juíza da 82ª Vara do Trabalho de SP tenha se declarado como incompetente para o julgamento, houve recurso ordinário por parte do Bradesco, motivo pelo qual o processo foi distribuído para a 2ª Turma do TRT da 2ª região, onde aguarda decisão.
Para a FETEC/CUT-SP, existem inúmeras evidências de que a prática, considerada criminosa pela entidade, esteja ocorrendo em várias regiões do país. “Tudo indica que sejam irregularidades atrás de irregularidades, pois, além de fazer os funcionários adoecerem, o Bradesco estaria se valendo de artimanhas para lesar bens públicos, na tentativa de se eximir de culpa”, afirma Crislaine Bertazzi, diretora de Saúde da FETEC SP.
Diante dos prováveis desrespeitos aos trabalhadores lesionados, a FETEC SP protocolou cópia do processo judicial contra o Bradesco na Superintendência do INSS, que se comprometeu em estudar a melhor forma de encaminhar a denúncia.
Paralelamente, a FETEC SP, juntamente com os seus sindicatos e a Contraf/CUT, analisarão os próximos encaminhamentos, de maneira com que a verdade venha à tona, seja punida se for o caso e, sobretudo, garantidos o respeito e os direitos dos trabalhadores.
Lucimar Cruz Beraldo
Fonte: FETEC/CUT
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
HSBC adere e todos os grandes bancos já têm licença-maternidade de 180 dias
O HSBC informou que as bancárias que retornaram ao trabalho a partir de 1º de janeiro de 2010, após ter completado 120 dias da licença-maternidade, poderão usufruir os 60 dias de prorrogação mesmo que já estejam trabalhando.
"A ampliação da licença-maternidade é uma conquista importante das bancárias do HSBC e que beneficiará principalmente as crianças, que receberão cuidados mais adequados nesse momento crucial", avalia Sérgio Siqueira, diretor da Contraf-CUT e funcionário do HSBC. "A adesão do banco é um passo importante para a consolidação desse direito", conclui.
A ampliação é conquista da campanha nacional da categoria do ano passado que foi marcada pela forte mobilização dos trabalhadores, intensas negociações e pela greve de 15 dias nas instituições financeiras privadas, no Banco do Brasil e na Nossa Caixa, além dos 28 dias na Caixa Econômica Federal.
"O anúncio do HSBC representa a consolidação dessa conquista tão importante para as trabalhadoras, que é fruto de uma intensa luta durante a Campanha Nacional dos Bancários em 2009", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT. "Vamos manter essa garra e buscar novas vitórias para a categoria".
Fonte: Contraf/CUT
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
CARNAVAL E NOITE JAPONESA NA AABB

Carnaval
Dia 13/02, a partir das 22 horas, haverá o Carnaval Familiar no Clube de Campo da AABB em Jundiaí.
Ingressos: 5 reais para sócios e 10 reais para não sócios (somente homens pagam - mulheres e criancas grátis);
Noite Japonesa
Dia 19/2, a partir das 20 horas, haverá a noite japonesa com delicias da cozinha oriental
Valor: Casal, 70 reais / individual 40 reais (bebidas à parte).
Maiores informações: Roberto Oda (9624-5615)
Associação Atlética Banco do Brasil (AABB)
Av. Navarro de Andrade, 3401
Parque Centenário
Jundiaí - SP
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Audiência Pública sobre demissões no Santander
Bancárias do Itaú Unibanco já têm licença-maternidade de 180 dias

O Itaú Unibanco anunciou que está aderindo ao Programa Empresa Cidadã nesta sexta-feira 29 de janeiro, o que garante a prorrogação da licença-maternidade para 180 dias de suas funcionárias em todo o país. "Essa foi uma conquista importante da mobilização da campanha nacional dos bancários de 2009. Esperamos que todos os bancos façam a adesão ao programa o mais breve possível", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT. Além do Itaú Unibanco, aderiram ao programa Banco do Brasil, Nossa Caixa, Caixa Federal, VR, ING, Intercap, Industrial, Rendimento, Daycoval, Pine, Merril Lynch, Cruzeiro do Sul, Cacique e BES.
No comunicado que divulgou a seus trabalhadores, o Itaú Unibanco informou que as bancárias que retornaram ao trabalho a partir de 25 de dezembro de 2009, após ter completado 120 dias da licença-maternidade, e tinham enviado carta solicitando a ampliação para 180 dias, poderão gozar mais dois meses a partir de 1º de fevereiro próximo, independentemente se estiverem trabalhando ou
O banco também comunicou que as funcionárias que estavam de licença-maternidade até 24 de dezembro passado e ainda não tinham solicitado por carta a ampliação, poderão fazer isso até 21 de fevereiro. Após essa data, somente serão aceitas as solicitações de prorrogação da licença que atenderem ao prazo estipulado pela Lei 11.770/08, de até um mês após o parto. Todas essas informações valem também para a ampliação da licença nos casos de adoção.
A Contraf-CUT está enviando ofício ao Itaú Unibanco solicitando que o direito à prorrogação da licença-maternidade seja garantido também para as bancárias que haviam feito a solicitação até um mês após o parto a partir do dia 10 de outubro de 2009, data da assinatura da Convenção Coletiva da categoria - conforme estipula o acordo assinado pelo banco.
Fonte: Contraf/CUT